Avançar para o conteúdo principal

SL Benfica Rei da Europa

REI DA EUROPA: AO BENFICA NEM O PODEROSO BARCELONA RESISTIU!
CLUBE

31 de maio de 1961! Há precisamente 57 anos as águias escreviam História e venciam pela primeira vez a Taça dos Clubes Campeões Europeus.

Assinalam-se nesta sexta-feira 57 anos sobre a conquista da 1.ª Taça dos Clubes Campeões Europeus. O Benfica rubricou uma época extraordinária, abrindo aqui uma década de ouro, e os heróis de Berna foram recebidos em glória.
Foi uma caminhada a todos os níveis notável! Com a conquista do Campeonato Nacional na temporada anterior, o Benfica carimbou a presença no restrito lote de clubes que disputaram a Taça dos Clubes Campeões Europeus em 1960/61.

Passo a passo, eliminatória a eliminatória, os encarnados foram mostrando valor, ambição e mérito… um mérito coroado com classe, qualidade e muita personalidade no Estádio Wankdorf, em Berna.

Mas primeiro, para atingir a tão desejada final, o Benfica deixou para trás Hearts, Ujpesti, Aarhus e Rapid, na altura em eliminatórias a duas mãos.

Já com a conquista do Bicampeonato Nacional assegurada, a quatro jornadas do seu final, o Benfica viajou até terras helvéticas para disputar a sua primeira final da Taça dos Clubes Campeões Europeus. Pela frente, o poderoso Barcelona… e um jogo que fica nos anais da História.

1.ª Taça Clubes Campeões Europeus

O técnico húngaro Béla Guttmann fez alinhar de início Costa Pereira, Mário João, Ângelo Neto, Germano, Cruz, José Augusto, Santana, José Águas (capitão), Coluna e Cavém… E quando o árbitro suíço Dienst apitou para o início do desafio poucos adivinhariam o resultado final… embora o sonho fosse de largos, largos milhares!

A formação blaugrana inaugurou o marcador à passagem do minuto 20, por intermédio de Kocsis, mas do outro lado houve resposta pronta do Campeão luso. Após jogada rápida pela esquerda, José Águas, oportuno, empurrou para o empate. Um minuto depois, o impensável, com as águias a colocaram-se em vantagem, beneficiando da infelicidade da defesa catalã, com Ramallets a marcar na própria baliza. Era o de 2-1, com que se atingiria o intervalo.

No reatar, enorme Benfica, com Coluna, aos 55’, a ampliar a vantagem para dois golos. Espetacular e indefensável remate com Ramallets a ver o esférico a entrar no ângulo inferior direito da sua baliza.

Do outro lado era o tudo por tudo… Aos 75’, o Barça reduziu, com um grande golo de Czibor… e foi preciso sofrer até ao fim, com Costa Pereira – um monstro na baliza –, os ferros, a estrelinha dos Campeões e a capacidade de superação, entrega e sofrimento de um Benfica que foi melhor a fazerem História: 3-2.

Na sua segunda participação na prova, e depois de Rogério Pipi ter erguido a Taça Latina em 1950, desta feita, a 31 de maio de 1961, coube a José Águas (melhor marcador da prova, com 11 golos) receber e levantar aos céus a 1.ª Taça dos Clubes Campeões Europeus… um momento inolvidável e que inscreveria para sempre o Glorioso, de um pequenino país europeu, como um dos grandes colossos do Velho Continente!


Fonte: https://www.slbenfica.pt/pt-pt/agora/noticias/2017_2018/05/31/clube-efemeride-benfica-conquista-1-taca-clubes-campeoes-europeus-berna

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Os três reforços que faltam ao Benfica

Estes primeiros jogos do Benfica apesar dos resultados positivos, têm revelado algumas lacunas nomeadamente no último terço do terreno onde por vezes a equipa peca na tomada de decisão, mas há no entanto três jogadores no plantel do Benfica que são nesse aspecto  do jogo os mais fortes do plantel, são eles Jonas, Krovinovic e Zivkovic, qualquer destes três são na minha opinião sempre candidatos à titularidade do Benfica mas que por motivos diferentes (Jonas e Krovinovic por lesão, Zivkovic por opção técnica) não tem sido

Os mails não param, este é Top 5

O ADN do Benfica, historicamente, é de uma equipa balanceada para o ataque e com olho no golo. A prova está no facto de ser o único emblema português no  top 5  de golos marcados nas competições sob a égide da  UEFA . Com 655 golos em 405 jogos disputados (média de 1,62 por jogo), as águias estão apenas atrás do Real Madrid, Barcelona, FC Bayern e Juventus. Assim dizem os dados divulgados pelo organismo que supervisiona o futebol europeu. O Benfica detém uma larga e rica história nas provas da UEFA, desde logo com a conquista de duas Taças dos Clubes Campeões Europeus (1960/61 e 1961/62), bem como presença em cinco finais como finalista vencido (1962/63, 1964/65, 1967/68, 1987/88 e 1989/90). Também dita cartas na Taça UEFA com presença em três finais (1982/83, 2012/13 e 2013/14), mas sem nunca ter conseguido levantar o troféu. Recordar que, na Europa, as maiores vitórias do Benfica foram ante os luxemburgueses do Dudelange em 1965: 10-0 na Luz e 8-0 fora de portas. Te...

Será Jota o novo Nelson?

Será Jota o novo Nelson? Todos os que acompanhamos os escalões de formação do Benfica ao longo dos anos alimentamos a esperança de ver João Filipe ou Jota como é conhecido no mundo do futebol na equipa principal. Jota chegou à equipa principal mas estranhamente e ao contrário das nossas expectativas ele não está a conseguir mostrar o seu talento, se não o tivéssemos visto vezes sem conta nos jogos da formação e nas seleções a ser sempre um jogador que resolvia jogos pela sua capacidade técnica muito acima da média, se não o conhecêssemos diríamos que estávamos perante um jogador banal sem lugar no Benfica. Esta situação do Jota faz lembrar um outro jogador do Benfica que parecia ter tudo para singrar na primeira equipa mas que tal não aconteceu, falo de Nelson Oliveira que era o grande nome da sua geração, fez inclusive um brilhante mundial de sub 20 onde foi eleito o segundo melhor jogador, numa competição que contou com nomes como, Philippe Coutinho, Oscar, Grizmann ou James ...